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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

CIÚME É CHAMA MALDITA de Jorge Rosa

Ciúme é chama maldita
Que se ateou na minh'alma
E que aos poucos me devora
Padece, a pobre, e não grita
Sofre mas não perde a calma
Agoniza mas não chora

Só eu e Deus, mais ninguém
Sabemos quanta tortura
O meu coração padece
Mas no meu rosto porém
Nem a mais leve amargura
Se desenha ou transparece

E ao fracasso não cedo
E juro por minha fé
Ninguém verá o meu fim
Eu sou como o arvoredo
Morrem as árvores de pé
Também morrerei assim

http://youtu.be/MlQkJG9ZTUw

A Marcha da Mouraria, tem o seu quê de bairrista...

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Noite de Santo António em Lisboa

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