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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

HAVEMOS DE IR A VIANA de Pedro Homem de Mello


Entre sombras misteriosas
Em rompendo ao longe estrelas
Trocaremos nossas rosas
Para depois esquecê-las

Se o meu sangue não me engana
como engana a fantasia
Havemos de ir a Viana
Ó meu amor de algum dia
Ó meu amor de algum dia
havemos de ir a Viana
Se o meu sangue não me engana
Havemos de ir a Viana

Partamos de flor ao peito
que o amor é como o vento
Quem para perde-lhe o jeito
e morre a todo o momento

Ciganos verdes ciganos
deixai-me com esta crença
Os pecados têm vinte anos
Os remorsos têm oitenta

(Poema de Pedro Homem de Mello, música de Alain Oulman)


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A Marcha da Mouraria, tem o seu quê de bairrista...

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Noite de Santo António em Lisboa

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